Como as automações e o atendimento remoto estão mudando a forma de se prestar serviços.

O que parecia ficção cientifica há poucos anos atrás hoje já é realidade. Ganhar ou perder mercado por causa da tecnologia é uma escolha sua!

Quando falamos de negócios, estamos acostumados a imaginar reuniões e acordos presenciais feitos no melhor estilo olho no olho e só de ouvir falar em “atendimento automatizado ou remoto”, já nos vêm na mente os clássicos e problemáticos chatbots ou telefônicos.

No entanto, hoje já é possível atender clientes à distância com qualidade e economizar tempo e recursos, através de automatizações personalizadas conforme as necessidades da sua empresa.

Tecnologia

A evolução tecnológica tem tornado este tipo de serviço cada vez mais acessível e a perspectiva do mercado é que em breve tanto o atendimento remoto quanto a automatização de processos e interações farão parte do nosso cotidiano.

Com a tecnologia atual, um gerente de Banco pode auxiliar e guiar sua experiência no aplicativo do Banco; o técnico de televisão pode diagnosticar e até mesmo consertar uma Smart TV ou um smartphone sem precisar sair da empresa.

Veículos podem ser guiados à distância e até mesmo um atendimento e diagnóstico médico pode ser feito do outro lado do país! Na Europa, algumas Seguradoras já têm utilizado dados recebidos de cientes, através de dispositivos móveis como aplicativos de celular e relógios, contendo informações sobre saúde e hábitos saudáveis, para bonificar com redução no preço de seus Planos de Saúde e Seguro de Vida. Estas alternativas ainda não são economicamente viáveis ao ponto de torna-las acessíveis a todos, mas isto é só uma questão de tempo. Lembra como era caro um celular logo que foi lançado? Hoje no Brasil já existem mais celulares do que pessoas.

Por enquanto, gestores inovadores podem deixar a concorrência para trás com pequenas mudanças, sem riscos e com muitos resultados.

Vamos ver alguns exemplos:

Automação: Agilidade, Experiência e Conversão

Na era da informação, quanto mais rápido você responde e resolve os problemas dos seus clientes, maiores as chances de converter a venda e/ou fideliza-los.

Segundo pesquisas norte-americanas, quanto mais rápido um vendedor ou atendente entra em contato com o cliente, maiores são as chances de fechar uma venda ou entregar uma experiência fantástica:

Quanto mais rápido o tempo de resposta a um cliente, maiores são as chances de sucesso!
FONTE: Insidesales.com

As automações diminuem drasticamente o tempo de resposta e podem economizar tempo e recursos para que a sua equipe possa investir atenção no que realmente importa: trazer resultados para a empresa,sem perder a qualidade do atendimento!

WhatsApp Business e Facebook

O WhatsApp Business é um exemplo prático, simples e rápido de implementar. Com respostas automáticas e recursos para organização interna, ele vem revolucionando o mercado.

Muitos não sabem, mas até no Facebook dá pra implementar bots e interações automáticas visando aperfeiçoar a experiência do usuário.

Atendimento à distância: expandindo mercados

Não precisamos comentar sobre a qualidade de áudio e vídeo que temos acesso atualmente, certo?

Com um simples smartphone ou notebook, podemos olhar nos olhos dos nossos clientes, mesmo à quilômetros de distância!

Isso aumenta a capacidade de analisar, compreender e resolver eventuais dúvidas ou problemas, economizando custos como deslocamento.

Existem aplicativos especializados, como o Zoom, além de soluções de gigantes da tecnologia, como o FaceTime da Apple, o Google Hangouts Meet e o Microsoft Teams.

Qualidade no Atendimento com baixo custo

Já vimos que, quanto mais rápida a resposta ao cliente, maiores são as chances de sucesso com novos clientes, e maior a satisfação dos clientes atuais. O atendimento via chat elimina custos de telefone e gasolina, além de dar bastante agilidade ao atendimento. Softwares de atendimento via chat como o Karoo da Alterdata, podem ajudar a sua equipe a organizar o atendimento a clientes, definindo prioridades para distribuição automática do atendimento, oferecendo informações importantes sobre o seu cliente por meio de dashboards e relatórios completos afim de aperfeiçoar e aumentar o relacionamento entre o seu cliente e a sua empresa.

Ainda temos a vantagem da sustentabilidade: uma simples chamada de videoconferência pode economizar alguns litros de combustível que seriam queimados para chegar até o cliente.

Liberte-se dos limites geográficos!

Outro bom motivo para implementar e capacitar o atendimento à distância é a possibilidade de ampliar o seu raio de atuação para fechar negócios com clientes cujo custo de deslocamento inviabiliza o serviço.

É claro que tudo isso tem um preço: quando as fronteiras físicas não são mais tão relevantes na hora de fazer negócios, o número de concorrentes acaba aumentando também. Afinal, você não está mais competindo apenas com a região, está competindo com todo o país!

Unindo um sistema automatizado ao atendimento remoto

A Migra Seguros é um exemplo de união entre o atendimento remoto e a automação.

Através de uma plataforma que automatiza os processos de cotação e contratação de seguros para imobiliárias e administradoras de condomínio, simplificamos um longo percurso burocrático em poucos cliques.

Essa solução está sendo contratada por imobiliárias de todo o país, na maioria das vezes de forma totalmente remota e ainda assim de maneira muito assertiva. A equipe de especialistas atende os profissionais das Imobiliárias por plataformas online, de forma rápida e eficiente. Uma vez, uma das imobiliárias deu um feedback curioso. Ao ser perguntando se estavam satisfeitos com o atendimento prestado pelo time da Migra, o diretor da Imobiliária respondeu “Nos surpreendeu a qualidade na prestação de serviços e agilidade no atendimento, vocês nos atendem mais rápido que a antiga Corretora de Seguros, que ficava aqui na esquina próxima da Imobiliária.”

Esse feedback parece engraçado, mas ele demonstra que hoje existem formas mais inteligentes e baratas de se resolver os mesmos problemas de forma responsiva. E mostra também, que quem não se atualizar, irá acabar perdendo espaço para as novas soluções que estão surgindo.

O Resultado?

Clientes cada vez mais exigentes e um mercado cada vez mais focado na experiência do usuário.

Com o cliente ávido por uma solução rápida para Alugar um Imóvel, você vai deixa-lo esperando     3 dias para dar uma cotação de Seguro Fiança? Tenha toda facilidade na hora, e proporcione uma melhor experiência ao seu cliente.

Cabe a você decidir se irá perder mercado para alguém de fora, ou se é a sua empresa que vai conquistar toda uma nova clientela, investindo em novas tecnologias e na experiência do usuário.

No final das contas, a maneira como contratamos e vendemos produtos e serviço está num processo irreversível de mudança.

Não arriscar pode ser mais perigoso do que tentar algo novo.

Conte conosco!

Equipe MigraSeguros 😉

SEGURO FIANÇA: TRANQUILIDADE NO ALUGUEL DE IMÓVEIS

O seguro fiança locatícia é uma das três opções previstas em lei de garantia de recebimento do aluguel pelo locador (em geral, proprietário do imóvel). O uso desse seguro imprime agilidade na aprovação do candidato à locação, além de fornecer mais segurança para o locador. Porém, é contratado pelo locatário (inquilino). De acordo com a Lei do Inquilinato (Lei 8.245, de 1991, com as alterações introduzidas pela Lei 12.112, de 2009), as outras duas opções de garantia de recebimento do aluguel são a caução em dinheiro depositado em caderneta de poupança, título de capitalização e o fiador

As imobiliárias que administram imóveis em grandes centros urbanos orientam cada vez mais os proprietários de imóveis a preferirem o seguro fiança em vez da caução e do fiador e outras já trabalham exclusivamente com o seguro fiança locatícia. Isso acontece porque os proprietários de imóveis estão mais resistentes a aceitar a caução, alegando que o depósito correspondente a três ou mais meses de aluguel é insuficiente para cobrir os prejuízos de eventual inadimplência do locatário. Além disso, o deposito-caução, equivalente a três aluguéis, pode desfalcar as economias do inquilino.

A figura do fiador, por sua vez, vai se tornando rara. O locatário se sente constrangido ao ter que pedir a alguém que garanta o seu aluguel, taxas de condomínio e impostos, caso ele não possa pagar. E entre as exigências para aceitação de um fiador está a de que este possua mais de um imóvel residencial. Isso porque a penhora do único imóvel residencial do fiador é inconstitucional, segundo decisão do Supremo Tribunal Federal.

Não bastassem essas dificuldades para encontrar um fiador, o candidato a inquilino precisa apresentar uma pessoa que possui imóvel localizado no mesmo município em que ele vai alugar. Além da complexidade, existe toda uma burocracia, que demora dias e exige documentação autenticada em cartório, entrega de documentos físicos, etc. A exigência é por causa dos custos operacionais e judiciais, caso o proprietário tenha que mover uma ação de despejo por falta de pagamento. Com o seguro fiança locatícia, a imobiliária transfere para a seguradora o trabalho e a responsabilidade pela aprovação da ficha do futuro inquilino.

Fonte: Blog BlueSol

Que tipos de Imóveis podem contratar o Seguro Fiança: o serviço pode ser contratado para aluguéis de imóveis urbanos residenciais, comerciais e não residenciais (consultórios, escritórios, etc.).

Facilidade: O processo de aprovação e contratação já se tornou muito menos burocrático e atualmente já é bastante simplificado. Com poucas informações sobre o Locatário, jé é possível saber se ele é elegível e ter um orçamento para o Seguo.

Coberturas: A cobertura básica do seguro fiança locatícia é o pagamento do aluguel e de multas para o proprietário do imóvel, caso o inquilino fique inadimplente. Também podem ser contratadas coberturas adicionais como pagamento do condomínio, IPTU, água, gás canalizado, luz, danos ao imóvel, pintura interna e externa e multa por rescisão contratual. Tais coberturas adicionais devem ser negociadas entre locador e locatário.

Dicas: Para o locador, é importante lembrar que pedir todas as coberturas possíveis encarecerá o custo do seguro e por tabela o aluguel do imóvel, dificultando a contratação. O locatário, por sua vez, deve se informar sempre sobre as coberturas que o proprietário deseja. Dependendo do seu perfil, exemplo, caso não tenha filhos pequenos, pode argumentar que não é necessária garantia para a pintura interna. E assim por diante.

Uma cobertura que pode ser dispensada é a de multas por rescisão contratual, quando o contrato de locação prevê a saída do inquilino antes do prazo, sem multa. Se as contas de luz e gás ficarem com o CPF do locatário, coberturas para esses riscos também não são necessárias. O bom senso de ambas as partes deve prevalecer na contratação do seguro.

Custo: O custo do seguro fiança locatícia oscila entre uma a três vezes o valor do aluguel, dependendo da seguradora, das coberturas contratadas e do perfil do locatário. Esse valor pode variar, principalmente, de acordo com a análise de crédito do candidato, feita pela seguradora.

Qual a renda necessária para conseguir aprovação: Geralmente as Seguradoras pedem ao potencial Locatário comprovar renda equivalente a 3 a 4 vezes o valor do Aluguel.

Parcelamento: As seguradoras costumam parcelar o valor do seguro em quatro vezes sem juros, sendo que algumas aceitam dividir em até 12 vezes sem juros, dependendo da negociação entre a Imobiliária ou Corretora de Seguros com a Companhia Seguradora.

Período de Cobertura: O seguro fiança pode ser contratado pelo prazo de um ano, ou pelo período previsto para a locação, podendo ser renovado, sem necessidade de nova avaliação cadastral.

Pagamento: Geralmente, o seguro é pago junto com o aluguel. Quando não é adotado esse procedimento, o locador e/ou a administradora precisam acompanhar o pagamento das parcelas do seguro, uma vez que poderá ser cancelado por inadimplência.

Sinistro: Na hipótese de o locatário deixar de pagar o seguro, o proprietário do imóvel corre o risco de não receber a cobertura, isto é, os aluguéis em atraso. Daí que, quando o seguro fiança for pago independentemente do aluguel, o proprietário do imóvel deve solicitar ao locatário ou à administradora o comprovante do pagamento do seguro fiança. É uma atitude preventiva em caso de inadimplência do inquilino. Caso este não tenha dinheiro para pagar alguma parcela do seguro, o proprietário do imóvel deve arcar com a despesa para garantir a cobertura, e posteriormente, ser ressarcido.

Pagamento em caso de Inadimplência: Depois de um mês de pagamento atrasado, a Imobiliária pode informar a Seguradora, e à partir do segundo mês de atraso esta assume o compromisso e o proprietário recebe o valor em atraso e esta começa a repassar regularmente os valores de aluguel nos meses seguintes ao Proprietário Locador. A cobertura é garantida independentemente do motivo do atraso. A seguradora, de acordo com as Condições Gerais do Seguro, tem até 30 dias corridos para fazer o primeiro pagamento da cobertura ao Locador, a contar da data da comunicação do Sinistro e da entrega da documentação necessária. No entanto, as seguradoras pedem para serem avisadas imediatamente depois do aluguel vencido e não pago. A rapidez na comunicação dá velocidade na atuação das seguradoras para receber valores atrasados e para evitar que aumentem substancialmente.

Documentos Solicitados: Os principais documentos a serem apresentados à seguradora costumam ser: cópia autenticada do contrato de locação, recibos e contas do condomínio e IPTU, além de outras, como luz, gás e água, caso essas coberturas adicionais também tenham sido contratadas. A utilização de algumas coberturas adicionais, por exemplo, danos físicos e pinturas, só poderá ser avaliada depois da desocupação do imóvel.

O proprietário tem um prazo de 90 dias, a partir do primeiro aluguel em atraso, para ajuizar ação de despejo. Já o inadimplente precisa fazer um acordo com a seguradora, caso queira continuar morando no local. Se não for possível, é movida ação de despejo.

Vantagens para a Imobiliária: Garantia de regularidade na taxa de administração do imóvel, Assistência jurídica da Seguradora – caso necessário, dispensa a análise de cadastro do cliente – que passa a ser feita pela Seguradora, além de converter mais negócios por oferecer maior facilidade ao potencial cliente na hora de Alugar o imóvel.

Vantagens para o Inquilino: Evita o constrangimento de ter que buscar um Fiador, pode parcelar em até 12x o valor do Seguro, mais agilidade na locação, e dispensa a necessidade de desembolsar o valor do caução à vista.

Vantagens para o Proprietário: Mais agilidade para receber os Alugueis em caso de não pagamento por parte do inquilino em comparação ao Fiador, por não ter que esperar eventuais processos jurídicos; Garantia superior ao Caução, por ser uma garantia de pagamento até o final do contrato de locação; Se contratadas coberturas como pintura do imóvel e reparos por danos físicos ao imóvel, também é a certeza de receber o imóvel de volta em boas condições.

Uma outra garantia que está crescendo atualmente é a Capitalização para Aluguel! Fique ligado que em breve escreveremos um artigo sobre CAP.

E ai, você quer saber um pouco mais sobre o seguro fiança? Entre em contato!

A MigraSeguros é especialista na comercialização do Fiança, atendendo imobiliárias em todo o Brasil. Todas as Imobiliárias que trabalham com a Migra, conseguem fazer os cálculos online no nosso portal, já sabendo na hora o valor do seguro e também se o cadastro está aprovado pela Seguradora.

Faça como dezenas de imobiliárias e migre para a rapidez, facilidade e rentabilidade. Venha para a Migra você também!

Segurança condominial: como evitar as principais falhas

Por Rodrigo Mendes / Diretor Verticais Contábil e Imobiliária da Alterdata Software

Segundo o Atlas da Violência de 2017, estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), em 2015, o Brasil registrou cerca de 59 mil homicídios. São quase 29 mortes a cada 100 mil habitantes!

Unida ao aumento vertiginoso dos casos de violência no país, a sensação generalizada de impunidade e de ineficácia das políticas públicas voltadas para o combate à criminalidade fez com que os brasileiros arregaçassem as mangas, saindo em busca da segurança da sua família por conta própria.

Como consequência, um dos principais serviços buscados pelos consumidores na hora de alugar ou comprar um imóvel é a segurança condominial. Por essas e outras, o tema vem ganhando cada vez mais notoriedade e importância dentro da gestão de condomínios, seja para quem é síndico ou para quem trabalha com imóveis de uma forma geral.

Você também está interessado no assunto? Então confira a seguir 9 das principais falhas que não pode cometer na gestão da segurança do seu condomínio!

Descumprir as regras de segurança condominial

Cumprir as regras de segurança do condomínio pode até parecer, à primeira vista, uma tarefa simples. Entretanto, na prática, não é bem assim. Muitas vezes, por mais que a administração do condomínio implemente uma série de ações no sentido de treinar os funcionários e educar os moradores, basta passar algum tempo a flexibilização tomar conta, com as exceções praticamente se tornando regra. O problema é que isso pode representar um risco e tanto para toda a estrutura de segurança condominial planejada.

Tenha sempre em mente que mudar os costumes da operação de um condomínio demanda bastante trabalho. Não basta fazer reuniões, imprimir comunicados e fixar regras no mural. É preciso ir além, fiscalizando a aplicação dessas regras no dia a dia para corrigir oportunamente os desvios. Lembre-se de que o processo de criação de qualquer tipo de hábito se dá por meio do exercício diário, o que exige disciplina e atenção.

Caso seja viável, também é aconselhável criar um canal de comunicação por meio do qual os moradores possam denunciar anonimamente o descumprimento de regras de segurança. Dessa forma, é possível ter um controle maior sobre os tipos de infração cometida, além de identificar os respectivos infratores. Você pode usar uma urna trancada com cadeado, por exemplo, ou um formulário online anônimo para reclamações.

Essa é uma ótima forma de pulverizar o dever de fiscalização entre todos, automaticamente o tornando mais eficiente. Só é preciso ter cuidado para que o espaço dado não se torne palanque para a manifestação de desavenças ou disputas de ordem pessoal. Para tanto, o administrador da ferramenta deve ter o cuidado em diferenciar o que é uma denúncia legítima, em prol da segurança do condomínio, e o que é simples briga ou implicância entre condôminos.

Ainda nesse sentido, para garantir que os condôminos cumpram as regras estabelecidas, conheçam e concordem com elas, é necessário que todos os protocolos de segurança sejam discutidos nas assembleias gerais, além de publicados e revisados periodicamente. Saiba: uma gestão participativa e devidamente aprovada por todos gera um sentimento de conformidade que facilita a concordância de todos em relação às normas definidas.

Foto: https://pintherest.eu

Contratar serviços terceirizados de má qualidade

A terceirização do trabalho se tornou assunto comum em 2017. Tudo isso graças ao conjunto de medidas implantado pelo Governo Federal com o objetivo de dar mais segurança jurídica e aprimorar as relações de trabalho, segundo a Advocacia-Geral da União (AGU). Muito dessa polêmica se deu pela possibilidade de precarização do trabalho para a qual a nova lei poderia abrir precedentes.

No caso de uma gestão condominial, é necessário compreender que a redução de custos administrativos, como na contratação de serviços, é crucial para a manutenção da saúde financeira do condomínio, além de ser um valor muito importante a ser considerado para o interesses dos moradores.

Contudo, isso não quer dizer que a redução de custos deva acontecer de qualquer forma, contratando empresas sem qualidade, que não cumprem as leis trabalhistas corretamente ou remuneram mal seus funcionários. Isso acontece, muitas vezes, quando terceirizamos alguns serviços sem procurar por referências.

A dica aqui é pesquisar bastante sobre a possível fornecedora a ser contratada. Sabia que muitas empresas nem sequer verificam os antecedentes criminais de seus funcionários? Verifique a documentação da empresa, seus registros municipais e estaduais, além de procurar por informações nos serviços de proteção ao consumidor, como o Procon do seu Estado e sites como o Reclame Aqui.

Fique atento também na relação entre empresa e funcionários. Alguns negócios remuneram seus colaboradores tão mal que geram uma rotatividade muito alta de profissionais. De que forma isso o afeta? Simples: isso quer dizer que a portaria do condomínio ficará constantemente nas mãos de substitutos que não conhecem as particularidades do edifício, abrindo brechas para falhas.

Por esses e outros motivos, é recomendável que você pesquise no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da sua região sobre possíveis ações trabalhistas que as empresas contratadas para cuidar da segurança do seu condomínio possam responder na justiça.

Economizar em estrutura e tecnologia de segurança

Mesmo que o condomínio tenha boas regras de segurança e elas sejam seguidas à risca pelos funcionários e moradores, a segurança ainda não está garantida até que se faça um investimento mínimo em estrutura e tecnologia.

Uma boa estrutura deve contar com portões duplos intertravados feitos de material reflexivo, de modo que quem está dentro possa ver o que se passa do lado de fora, mas quem está do lado de fora não enxergue o lado de dentro. Além disso, o ideal é que tenha uma guarita blindada, passa-volumes, cercas e muros com altura mínima de 3,5 metros.

Em relação ao aspecto tecnológico, o condomínio pode apostar em uma boa iluminação com sensor de proximidade, câmeras de segurança, circuito fechado de TV, uma catraca com identificação biométrica e um bom sistema de computador para registrar informações sobre a movimentação de moradores, visitantes e automóveis.

Deixar de fornecer o treinamento adequado

Na prática, de nada adianta investir uma nota preta em tecnologia se os funcionários não sabem operar os equipamentos de segurança ou não têm treinamento na área, não concorda?

Segundo o oficial da reserva do Exército Brasileiro Joneval Barbosa de Almeida, “o melhor resultado em segurança é alcançado ao equalizar a implantação de sistemas eletrônicos com meios humanos e organizacionais”. Ainda segundo o militar, “a falta de treinamento dos colaboradores pode ocasionar descuidos simples que podem representar riscos severos à segurança do patrimônio e das pessoas que frequentam ou moram no condomínio”.

Além dos funcionários envolvidos diretamente com a segurança, como vigias e porteiros, auxiliares de serviços gerais e zeladores também devem passar por treinamentos de segurança e ser informados sobre as regras de segurança do condomínio.

A falta de treinamento pode fazer com que os colaboradores se descuidem das chaves das áreas comuns do prédio ou que deixem o portão de acesso aberto, por exemplo. Já pensou se estranhos aproveitam essas situações para acessar as dependências do condomínio? Melhor evitar os riscos, promovendo treinamentos periódicos — também para a reciclagem de funcionários.

Negligenciar a identificação dos visitantes

Principalmente em condomínios grandes, para ter um controle maior sobre as operações e regras de segurança, é necessário que todas as pessoas que passem pelo portão sejam devidamente identificadas, inclusive colhendo informações adicionais, como para qual prédio e apartamento o visitante vai. E isso vale também para prestadores de serviço, ok?

Além da própria tecnologia usada para identificar o visitante, é recomendável que não exista acesso direto ao porteiro. E é extremamente importante que o mesmo processo seja aplicável a toda e qualquer pessoa que se apresente na condição de visitante. Qualquer exceção a essa regra pode representar um risco desnecessário para o condomínio.

Além disso, a não conformidade com os processos estabelecidos pode gerar problemas para a própria administração condominial. Imagine, por exemplo, se o funcionário responsável pela função exige o documento de identidade de algumas pessoas e de outras não. Pois essa pode ser considerada uma prática de discriminação, levando inclusive a implicações jurídicas.

Permitir muitas distrações no ambiente de trabalho

Os profissionais responsáveis pela segurança e vigilância do edifício devem estar alertas durante todo o período do seu expediente. Televisão, smartphones e tablets podem reduzir demais a percepção de algum perigo por parte do profissional, facilitando a ocorrência de incidentes desagradáveis.

Outro grande inimigo da segurança condominial é o sono, que pode ser bastante comum principalmente no caso de profissionais que atuam no turno da noite. Afinal, a natural falta de movimento na portaria somada a algum tipo de privação de sono durante o dia anterior já pode gerar um quadro de perigo.

Para evitar esse tipo de situação, é sempre bom instruir os zeladores a darem uma caminhada pelo próprio ambiente de trabalho no momento em que o sono bater. Em casos mais críticos, é bom avisar a algum outro profissional do condomínio ou mesmo ao síndico ou administrador.

Confirme com a empresa contratada para a realização desses serviços se os turnos dos funcionários são organizados em escalas, de tal forma a garantir o tempo mínimo exigido em lei para esse tipo de profissional. Podemos citar como exemplo as leis que regulam a escala 12 por 36. Nesse caso, o funcionário trabalha em plantão de 12 horas, com descanso de 1 a 2 horas nesse tempo, dando um intervalo de 36 horas até a próxima jornada.

Faça uma pesquisa sobre a regulamentação das leis trabalhistas no seu estado e confira se a empresa prestadora de serviço segue corretamente essas determinações. Dessa maneira, você assegura que a relação com os profissionais está dentro dos conformes, consequentemente garantindo a segurança do condomínio.

Esquecer de pensar em procedimentos emergenciais

Em qualquer local, seja uma estrada, uma escola ou uma casa noturna, é preciso pensar na adoção de procedimentos, processos e treinamentos para garantir a solução de problemas em caso emergenciais. E o cenário não poderia ser diferente no caso da segurança condominial e do bem-estar dos moradores.

É claro que devemos fazer de tudo (e mais um pouco) para prevenir e evitar que situações desse tipo surjam. No entanto, por mais que a gestão do condomínio invista em segurança, o risco nunca chegará a zero. Não custa nada, portanto, ao menos pensar nas possibilidades negativas para elaborar estratégias resolutivas.

Saídas de emergência estrategicamente colocadas, treinamentos periódicos para moradores e funcionários para ensinar noções de primeiros socorros, montagem e disponibilização de kits de saúde, extintores de incêndio à vista, rotas de fuga previamente estabelecidas e diversas outras medidas podem ser muito úteis para garantir a segurança de todos em casos de necessidade.

A definição de procedimentos é muito importante em momentos de emergência para que o sentimento de pânico e o afastamento momentâneo da nossa racionalidade não levem a decisões equivocadas. Isso pode ser evitado ao condicionar as ações a um conjunto de instruções simples, já conhecidas.

Existem várias formas de fugir de emergências. Segundo matéria da BBC Brasil, a maior causa de morte em casos de incêndio, por exemplo, não é por queimadura, mas sim por inalação de fumaça. Dicas como descer de escada e não usar elevador, usar um pano molhado no rosto para não aspirar a fumaça tóxica e andar próximo ao chão são unânimes entre especialistas da área.

Desconhecer atividades suspeitas nos arredores

Zeladores, vigias e demais funcionários do condomínio devem estar atentos não apenas ao que se passa para dentro dos portões do prédio, mas também ao que acontece nas imediações. Sabia que criminosos têm o hábito de circular várias vezes pela região coletando informações sobre a segurança da vizinhança antes de decidirem agir?

Pessoas que perguntam por moradores que não existem, como se fosse engano, ou que passam toda hora na frente do prédio, olhando para dentro, por exemplo, podem ser consideradas suspeitas. Havendo esse tipo de ocorrência, os profissionais devem repassar suas impressões para os responsáveis pela segurança.

Vale ressaltar que, para reforçar a segurança condominial, a administração pode investir em câmeras e espelhos, de modo a aumentar a visibilidade da área externa a partir do interior do edifício.

Ignorar áreas de risco no entorno do condomínio

De certa forma, esse é um complemento do tópico anterior, mas dizendo respeito, agora, às providências que podem ser tomadas pelo condomínio além da contratação de pessoal, da compra de equipamento, do investimento em tecnologia, segurança e treinamento. Que tal planejar ações de cunho social e preventivas envolvendo a cooperação e atuação com órgãos públicos e ONGs ou outros tipos de liderança de comunidades carentes?

O prédio é vizinho de comunidades com altos índices de violência ou áreas de usuários de drogas, por exemplo? Pois as iniciativas que acabamos de citar ajudam a melhorar a relação do condomínio com o entorno. Além disso, uma boa relação com o poder público também pode ajudar na cobrança de intervenções públicas que podem dar uma mãozinha para a segurança condominial, como redutores de velocidade próximos.

Por fim, se gostou das nossas dicas, o que acha de compartilhar essas dicas sobre gestão e segurança em administração condominial?

Imobiliária: saiba como escolher o melhor seguro para seus clientes

Garantir a proteção do patrimônio é extremamente necessário, principalmente para imobiliárias que trabalham com administração de locações e de condomínios. É possível assegurar-se contra incêndios e outros tipos de sinistros, o que evita preocupações e dores de cabeça para os clientes.

Por isso, na hora de escolher o seguro ideal para oferecer aos seus clientes, é preciso estar atento à algumas questões que vão muito além do preço.

Nós separamos alguns itens que necessitam ser analisados antes da negociação final. Confira:

Tipos de seguro

Existem alguns obrigatórios e outros opcionais. Além da tranquilidade e garantia de pagamento durante imprevistos, os seguros também oferecem diversos benefícios, tanto para o cliente, quanto para a imobiliária. Por isso, vale a pena contratar para evitar prejuízos futuros para todas as partes.

Os seguros mais comuns utilizados pelas Imobiliárias, são:

Seguro Incêndio

Este Seguro é obrigatório nas Locações de Imóveis pela
Lei nº 8.245 de 18 de Outubro de 1991  que dispõe sobre as locações dos imóveis urbanos e os procedimentos a elas pertinentes.


O artigo 22 da Lei de Inquilinato estabelece as obrigações do locador, dentre elas a presente no inciso VIII, referente ao pagamento dos impostos, taxas e do prêmio de seguro complementar contra fogo. Vejamos:
Art. 22. O locador é obrigado a:
(…)
VIII – pagar os impostos e taxas, e ainda o prêmio de seguro complementar contra fogo, que incidam ou venham a incidir sobre o imóvel, salvo disposição expressa em contrário no contrato;
Conforme se percebe da leitura da parte final do artigo, é possível transferir ao locatário a obrigação de pagar as referidas cobranças. Portanto, pode-se estabelecer a transferência da obrigação de acordo com a cláusula seguinte:

Cláusula Décima Quinta – Além do aluguel avençado, é de obrigação do LOCATÁRIO o pagamento das taxas e impostos que incidam ou possam incidir sobre o imóvel, tais como as despesas com água, luz, telefone, condomínio, Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), seguro contra incêndio, bem como as despesas advindas do atraso destas.

Esse seguro é obrigatório na hora de locar um imóvel, a única cobertura exigida por lei é contra fogo. Porém, muitas administradoras também contratam cobertura para vendaval e granizo e assim dar um respaldo ainda maior aos proprietários e inquilinos. Algumas ainda protegem as despesas com aluguel para, caso o imóvel tenha que ser desocupado por incêndio, o proprietário continue recebendo em dia, por até 6 meses. Pode incluir também as coberturas de assistências 24 das Seguradoras, como: chaveiro, eletricista, vidraceiro, etc. O responsável pelo pagamento, na maioria das imobiliárias é o Locatário do Imóvel.

Seguro Conteúdo

Este Seguro é opcional.

Este Seguro é muito comum para proteger unidades residenciais ou empresariais em condomínios, mas também podem ser feitos para proteger os itens trazidos pelos inquilinos nas Locações. Veja o que ele protege: eletrônicos e eletrodomésticos, móveis, utensílios, vestuário, etc.) contra incêndios e explosões. Pode incluir também as coberturas de assistências 24 das Seguradoras, como no Seguro Incêndio.

Fiança Locatícia

Seguro fiança, da qual é dispensada a necessidade de um fiador para alugar o imóvel. Cobre pagamento de aluguel e multas, e também pode cobrir despesas extras, como: pintura e reforma do imóvel, IPTU, luz, água, etc.

Existem Seguradoras que oferecem cotações com valores de 10 a 20% do valor do Aluguel. Certifique-se de escolher a parceira certa não pelo preço, mas pela solidez e confiança nos serviços prestados.

Seguro de Condomínio:


O seguro condomínio é obrigatório por lei, de acordo com o Decreto-Lei 73/1966, a Lei 4.591/1964 e o Código Civil (Lei 10.406/2002, artigos 1.346 e 1.348, inciso IX), que cita: “é obrigatório o seguro de toda a edificação contra o risco de incêndio ou destruição, total ou parcial”

Muito utilizado em Administradoras de Condomínios, que auxiliam os Síndicos enviando cotações, orientando nas melhores coberturas e Seguradoras. O repasse do valor do Seguro faz parte da taxa de condomínio do edifício. Contratar o Seguro de Condomínio é uma responsabilidade do Síndico do Condomínio, e é obrigatória a contratação de Seguro de Vida para os funcionários, de acordo com a convenção da categoria. Existem algumas coberturas extras que são importantes, como responsabilidade civil e danos morais, placa dos elevadores, vazamento de canos e tubulações, impacto de veículos, dentre outras. Faremos uma matéria específica sobre Seguro de Condomínios em breve.

Como escolher o melhor seguro para seus clientes

Na hora de escolher os seguros ideais para ofertar aos clientes, é essencial que a imobiliária conheça as diferentes opções disponíveis no mercado. Também é importante se certificar de que, além das vantagens e condições para ambas as partes, o contrato atenda todas as necessidades do cliente.

Confira essas dicas cruciais para escolher o seguro ideal para os clientes da sua imobiliária:

Pesquise seguradoras e corretoras com experiência no mercado

A credibilidade e a experiência vêm em primeiro lugar, ainda mais quando se é empresário e carrega a responsabilidade de oferecer o melhor aos clientes.

Pesquise se a corretora de seguros está cadastrada na SUSEP – Superintendência de Seguros Privados – através do site. E para ficar ciente do comprometimento e qualidade do serviço entregue pela seguradora e corretora, também vale pesquisar sobre a da empresa em sites como o ReclameAqui.

Uma pesquisa feita com calma e cuidado pode evitar muitos problemas para você e para o locatário do imóvel.

Busque facilidade na operação

Existem seguradoras que emitem um boleto para cada seguro. Já imaginou ter 100 boletos de seguro para pagar num mês? Mesmo parecendo algo ultrapassado, se não for bem estruturada, a operação pode dar um certo trabalho, por isso vale verificar se a Seguradora trabalha com Data de Corte – isso facilita a organização dos seguros contratados e cancelados no mês, e a junção de todos num único boleto. Assim o controle e a facilidade são maiores.

Apólices

Atualmente não é mais necessário envio de apólices pelo correio. A SUSEP exige que a apólice seja emitida, porém, hoje em dia gastar papel, envelope e custo de correios, além de ser caro, não é sustentável e positivo para a natureza. Por isso, verifique se a Seguradora disponibiliza as apólices online. Você pode enviar on-demand ao cliente que pedir a apólice, por email. Sem stress com greve nos Correios e sem prejudicar a Natureza 😊

Busque os melhores serviços e facilidade

Para oferecer o melhor seguro aos seus clientes, é necessário avaliar bem o que cada seguradora cobre. Além de ter um produto completo, busque um parceiro comprometivo com você que entregue cotações com rapidez e agilidade. Que conheça bem os produtos e serviços, saiba orientar a sua equipe para trabalhar da forma certa e em conformidade com a Lei.

Agora que você já sabe a importância de ter seus imóveis assegurados e recebeu algumas dicas de como escolher um seguro de qualidade, que tal conhecer uma forma simples e muito menos burocrática de iniciar o processo de contratação?

A Migra Seguros oferece a intermediação de todas as etapas, desde a escolha da seguradora e contratação, até a cobrança mensal e automática no aluguel dos seus clientes. Clique aqui para saber mais!

Até a próxima!!

Abraços, Eduardo

Você sabe o que é PPCI?

Pedimos ajuda de um profissional especializado em Planos de Prevenção Contra Incêndios para explicar em alguns textos o que é, e em seguida dar dicas de prevenção de sinistros que podemos utilizar em nossas casas e também no trabalho.

PPCI é a sigla para Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios, um projeto instituído pelo Corpo de Bombeiros, que visa amenizar os danos e garantir a integridade física das pessoas em casos de sinistros. 
São diversas as categorias de imóveis sujeitas ao PPCI. Evidentemente que tais especificações são diferentes entre si, portanto, há planos condizentes para tipo de edificação.

Existem três tipos de planos e três riscos de incêndio: Baixo, Médio e Alto:

1. PPCI (versão completa), 
2. PSPCI (versão simplificada) 
3. CLCB (certificado de licenciamento)

1 . PPCI Versão Completa

É necessário às edificações e áreas com risco de incêndio. Trata-se de uma exigência legal para edifícios residenciais multifamiliares, comerciais, áreas industriais, assim como espaços para diversões públicas. Neste Plano, o Projeto de Prevenção e Proteção Contra Incêndio é necessário.

As ocupações familiares únicas, de uso residencial (casas e apartamentos), não têm a necessidade do PPCI.
O documento também será necessário quando houver mudanças na utilização do local, quando a área construída for ampliada; quando houver aumento na altura da construção; em casos de aumento do nível de risco de incêndio; ou quando houver aumento da capacidade de lotação do estabelecimento.

2. PSPCI (versão simplificada)

Como o nome diz, este é um plano simplificado, não exigindo o Projeto de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PrPCI), exigido no PPCI. Nesta modalidade, quando o risco de incêndio da edificação é classificado como baixo é possível que o proprietário realize o processo, desde que tenha o conhecimento necessário. 
Já quando o risco se eleva para médio, o mesmo deve ser elaborado por um profissional habilitado, onde há a exigência do documento de Responsabilidade Técnica, para que possa ser, então, aprovado. Nesta categoria, a área construída pode chegar a 750m² e ter até 3 pavimentos, mais subsolo.

3. CLCB (certificado de licenciamento)

Esta é a mais simples das modalidades. Contempla edificações de menor porte: até 200m² e 2 pavimentos. Contudo, o risco de incêndio deve ser baixo ou médio.

O Certificado de Licenciamento do Corpo de Bombeiros é o documento que comprova a instalação de todos os equipamentos de prevenção necessários, conforme as exigências, afim de garantir a segurança no local.

Exemplo de alguns itens de PPCI.

Quais os equipamentos que devem ser instalados em cada edificação?

Os equipamentos a serem instalados em cada edificação variam de acordo com a ocupação, tamanho e utilização. Porém, algumas são comuns e básicas, a todos:
• Extintores (Os extintores devem ser recarregados anualmente);
• Luzes de emergência;
• Sinalização de emergência; (As luzes de emergência e a Sinalização de Saída devem ser testadas a cada 6 meses e devem ficar em funcionamento por pelo menos uma hora);
• Corrimãos contínuos em ambos os lados;
• Piso anti derrapante.

Quais as penalidades para a empresa/edificação que não possui PPCI?
• Além do risco iminente por não possuir um plano para evitar incêndios, a falta do PPCI isenta a seguradora de pagar o sinistro em caso de incêndio.
• A falta do PPCI acarretará multas mensais, de valor progressivo (ou seja, praticamente dobra os custos e despesas) até a sua regularização.
• Estabelecimentos comerciais instalados na edificação poderão ter a renovação de alvará negada, consequentemente, há risco de interdição do local;
• Alguns bancos não aceitam financiamentos de apartamentos em que o edifício está com o PPCI vencido ou desatualizado, logo, o proprietário ficará impedido de concretizar a venda do imóvel;
• Os itens de segurança poderão apresentar mau funcionamento ou deterioração, dificultando o combate a um princípio de incêndio e colocando em risco a vida dos moradores e a estrutura da construção;

Este texto foi escrito pelo Eng. Vinícius Dall’Agnol, da TFP ENGENHARIA E SERVIÇOS, à convite da MigraSeguros. Vinícius trabalha no desenvolvimento e na execução de projetos e soluções voltadas à Engenharia Civil nos segmentos Industrial, Comercial e Residencial.

No próximo texto, ele irá dar algumas dicas simples, mas muito importantes, de como proteger seu imóvel contra fogo!

Agora que você já sabe o que é PPCI, compartilhe para que mais pessoas também possam saber e acompanhar as próximas postagens! 😃

A Importância de Proteger um Imóvel Contra Incêndio

Em 2018 dois eventos causaram grande apreensão em toda a sociedade brasileira. O trágico incêndio que destruiu o Museu Nacional no Rio de Janeiro, e o prédio do centro de São Paulo que pegou fogo e afetou outros 3 prédios em volta. Incêndio é algo que acontece subitamente e se alastra, é difícil de controlar e dá pouco tempo para reação, por isso sempre trouxe e traz medo ao ser humano. O que muitos não sabem é que a incidência deste tipo de sinistro não é tão rara. Volta e meia vemos nos noticiários casas, apartamentos, lojas e até prédios inteiros que pegam fogo e muitas vezes acabam destruindo em poucas horas todo o patrimônio, muitas vezes adquirido com o esforço de uma vida inteira. É sobre isso que vamos abordar hoje, uma maneira de proteger os prejuízos financeiros decorrentes de incêndio.

Falando especialmente para as Imobiliárias que trabalham com Administração de Locações, você já imaginou o que aconteceria se um imóvel administrado por você pegasse fogo? É por isso que precisamos pensar na responsabilidade que assumimos ao administrar um imóvel. Um dos itens fundamentais para a Locação é a contratação de um Seguro Incêndio. Este Seguro, protege o imóvel contra Fogo, Raio e Explosão, até o limite do valor contratado. Desta forma, a Imobiliária estará protegendo os imóveis dos seus proprietários e consequentemente protegendo também o inquilino e a própria imobiliária até de uma eventual falência financeira.

Trabalhando com Seguro Incêndio nas locações, a Imobiliária também está agindo em conformidade com a legislação. Segundo a Lei 8.245, conhecida como Lei do Inquilinato, todo imóvel deve estar protegido por um Seguro contra foto.

E quem paga pelo seguro residencial: inquilino ou proprietário?

Segundo o Artigo 22 da Lei do Inquilinato, despesas ordinárias, como manutenção e contas são responsabilidade do inquilino, enquanto despesas extraordinárias e relacionadas ao patrimônio em si devem ser pagas pelo proprietário, porém, se expresso em cláusula contratual presentes no Contrato de Locação, poderão ser repassadas ao Inquilino. Por isso as Imobiliárias têm preferido gerenciar o Seguro elas mesmas, para evitar transtornos e riscos desnecessários. Um exemplo de possível problema é: se deixar à cargo do Inquilino a contratação do Seguro, o mesmo pode contratar e pagar parcelado, apresentar a Apólice de Seguro para receber as chaves do imóvel, e à partir do mês seguinte parar de pagar a Seguradora, neste caso, a Imobiliária apresentou a cópia da Apólice ao Locador como forma de comprovar a contratação do Seguro, porém, na prática, o Imóvel não está segurado.

A própria legislação facilita a contratação do Seguro, para que esse importante recurso seja adicionado nos contratos de Aluguel, pois ajudam a dar segurança nas relações entre Imobiliárias, Proprietários e Inquilinos. Você ainda ganha benefícios como coberturas de Assistência 24h da Seguradora para itens que demandariam manutenção ao imóvel, como: chaveiro, eletricista, vidraceiro, desentupimento, etc.

Agora que você já sabe o que é o seguro contra incêndio e quem é o responsável pelo seu pagamento, aproveite para conhecer um pouco mais sobre a MigraSeguros. Agora você pode contratar os seguros de incêndio através do nosso sistema, de uma forma rápida e fácil, e ainda lucrar bastante com isso. Comece 2019 inovando nos negócios!

Um grande abraço,

Eduardo Haute
Diretor Comercial da MigraSeguros